PT abre negociações com o PSD

Virou questão política. A presidente Dilma Rousseff quer o PSD do prefeito Gilberto Kassab na base aliada e autorizou seus interlocutores a iniciar o diálogo para sondar que pasta poderia ser oferecida ao partido.

Líder do PT na Câmara, Jilmar Tatto afirma que ainda não se falou em ministério, mas considera normal que uma pasta vá para o futuro parceiro.

“É legítimo. O PSD tem uma grande bancada”, diz Tatto. “Se depender de mim o PSD vem para o governo”, acrescenta.

Nos bastidores fala-se em três alternativas: Cidades, Integração Nacional ou Agricultura.

O governo quer evitar constrangimentos e, por isso, pode optar por um remanejamento de ministros.

O provável acordo com o PSD tem dois alvos: tira mais uma lasca de José Serra e do PSDB em São Paulo e mina as tentativas de fusão do partido de Kassab com o PSB, pelo menos até as eleições de 2014.

“Não acredito na fusão”, afirma Tatto.

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